Todo mundo precisa tira o siso?

Todo mundo precisa tirar o siso? sim? não? talvez?

Quem já não usou o famoso Google para pesquisar alguma receita de bolo simples para o fim de semana? Ou para pesquisar os preços de uma geladeira nova? Agora sejam sinceros: quem aqui não usou o Google para verificar os resultados de um exame? Pode ser pessoal mesmo, algum exame médico de rotina. Aposto que a reposta de muita gente será “sim”.Quem já não usou o famoso Google para pesquisar alguma receita de bolo simples para o fim de semana? Ou para pesquisar os preços de uma geladeira nova? Agora sejam sinceros: quem aqui não usou o Google para verificar os resultados de um exame? Pode ser pessoal mesmo, algum exame médico de rotina. Aposto que a reposta de muita gente será “sim”.

Pensando desse modo, quantos de nossos pacientes já não “googaram” sobre seus problemas dentários? Sinto dizer, mas muitos. E sei também que existem colegas que não suportam o Dr. Google, pensam que os pacientes querem saber mais do que nós mesmos (alguns querem mesmo!), mas proponho uma reflexão: entenda a curiosidade e o mundo de informações disponíveis para todos hoje em dia e coloque-se junto ao seu paciente como o profissional que realmente é. Quem estudou foi você e não existe Google que tire esse mérito.

Muitos pacientes são avessos a exames. Detestam. Acham dinheiro jogado fora. “Mas Dr, o senhor precisa fazer uma radiografia somente para tirar esse dentinho de leite?”, “Doutora, a minha diabetes está controlada, pode confiar em mim!”. Tenho certeza que a maioria de nós, dentistas, já passou por isso e tenho certeza que a maioria dos pacientes também se reconheceu em situações parecidas.

Ao solicitar um exame radiográfico de rotina para iniciar um tratamento, quais os dentes que “saltam” aos olhos dos pacientes? O siso, claro! E o que todo mundo vai digitar na busca do Google?

“Todo mundo precisa extrair o dente do siso?” é mais um dos mitos da odontologia? E qual a resposta encontrada para essa pergunta? Para os dentistas, é a mesma para quase tudo na vida: depende. Para os pacientes: muitas respostas, muitos vídeos das cirurgias no Youtube, muito sangue e muita apreensão antes da consulta. Resultado: confusão total.

O “dente do juízo”, “siso” ou terceiro molar é um dente que rende muitas histórias. Em inglês fica ainda mais bonito: “wisdow teeth” ou dente da sabedoria. Todos conhecem alguém que passou maus bocados por conta deles, rosto inchado, dolorido ou ainda cirurgias demoradas e traumatizantes.

Pensando que não somos todos iguais e que cada caso deve ser analisado individualmente com avaliação clínica, radiografias e tomografias, fica fácil entender e responder que nem todos precisam eliminar seu juízo. É consenso entre os dentistas que a maioria dos pacientes não possui espaço suficiente para que eles permaneçam em uma posição favorável na boca ou possibilitem uma correta escovação. Existem também aqueles pacientes que os dentes não conseguem “nascer” ou erupcionar corretamente, ficando em posições que comprometem inclusive os dentes vizinhos. Nesse caso, acredito que seja quase unânime a indicação de extração para evitar problemas futuros.

Agora, se o paciente possui espaço na arcada e consegue realizar uma higienização adequada e não tem queixas a respeito, não vejo problemas em mantê-los.

Toda generalização é equivocada e ninguém gosta de ser tratado como igual, mesmo porque não somos. Cada paciente possui suas características e individualidade, logo, não seria diferente na indicação de tratamento desse dente, mas uma coisa é certa: a opinião e indicação de um profissional é sempre mais eficiente e menos dolorida do que qualquer pesquisada no Google.

 

 

 

Dr Eduardo Egas

Dr. Eduardo Egas (CRO 86395) é cirurgião-dentista formado pela UNESP – Araraquara, especialista em Ortodontia pela UNICSUL, pós-graduando em Implantodontia pela USP,  pós-graduando em Estética Orofacial, Membro da Sociedade Brasileira de Toxina Botulínica e Implantes Faciais (SBTI), Residência em Anatomia pelo Marc Institute (Miami – EUA) e diretor clínico da EGAS Odontologia Especializada, localizada no Tatuapé, em São Paulo.

Porque Dentista precisa de secretária

Dentista precisa de secretaria?

DENTISTA PRECISA DE SECRETARIA ???

 

Existe um ditado que gosto muito e diz que “quem quer ir rápido vai sozinho, mas quem quer ir longe vai acompanhado”. E a Odontologia meus amigos, é uma maratona e não um tiro de 100 metros rasos. É ai que entra a questão, Dentista precisa de secretaria !? Muitos colegas enxergam (erroneamente) o salário de uma secretária como uma despesa, e eu afirmo: não é. Trata-se de um investimento. Um investimento na aparência, na organização e principalmente no profissionalismo do seu negócio.

 

Mesmo que você tenha iniciado agora e seu consultório ainda esteja em fase inicial, com pouco movimento, ainda assim sugiro que tenha alguém pra te ajudar. O Dentista precisa de uma secretária para que ele saia do mocho pra fazer o trabalho externo (que pouca gente faz) de busca de parcerias e captação de novos pacientes, divulgar sua clínica para conseguir mais pacientes, mantendo seu negócio sempre aberto, com alguém pra dar suporte aos pacientes ativos, recepcionar os novos, agendar consultas, receber honorários ou até mesmo atender representantes comerciais, seja presencialmente ou por telefone.

 

Se o seu consultório já está bem posicionado, com um fluxo alto de pacientes, sabe bem que rotina odontológica é cansativa. Muitas vezes o dentista mal tem tempo de ir ao banheiro, não é verdade ??? Portanto é mais importante ainda ter uma pessoa preparada e disponível pra ser o primeiro contato entre seu negócio e o potencial paciente que ali adentra. Isso é fundamental para que ele se sinta bem recebido e acolhido naquele ambiente novo, aumentando substancialmente a chance de conversão daquele “orçamento”.

 

Mais uma vez repito: não encare o salário de uma secretária como despesa. Ele é investimento. Uma boa secretária, além de ser companheira de trabalho e dia-a-dia numa profissão que exige tanto tempo e dedicação como a nossa, te ajuda a ganhar dinheiro e permite que você chegue ao fim do dia de trabalho menos cansado e mais disposto para se dedicar à seus hobbies, família e amigos, pois afinal de contas, essa vida de dentista não é só trabalhar, certo ??? 😅

 

Fabricio mendes do vida de dentista

 

Fabrício Figueiredo Mendes
Mineiro, atleticano, professor de Ortodontia no Instituto Marcelo Pedreira (Alfenas-MG), editor do site Vida de Dentista e fundador da Rede ORTHOclínicas.

Dentista pode impactar pacientes?

dentista pode impactar pacientes

Dentista pode impactar positivamente pacientes?

Costumo dizer que o consultório é meu segundo lar. Nele passo a maior parte do tempo, não apenas ajustando aparelhos ou devolvendo sorrisos, mas pensando na vida, em estratégias, sonhando. É um entra e sai de gente, pacientes e fornecedores, telefone tocando, WhatsApp chamando. São praticamente 10 horas diárias de relacionamentos e comunicação.

É uma troca de energia intensa que não se resume apenas aos dentes. Meus pacientes (e quem trabalha comigo) sabe que gosto muito de conversar. Minhas consultas são demoradas, quero saber da vida dos pacientes, como estão no trabalho, em casa, o que pensam da política do país. Também conto minhas histórias e, confesso que, às vezes, falo demais. Alguns podem pensar que dedicar esse tempo para os pacientes não é necessário, que poderiam estar ganhando dinheiro ao invés de jogar conversa fora.

Isso me fez lembrar de um livro que li há muito tempo (Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie), onde diziam que “rendimentos baixos recebem indivíduos que apenas contratam as suas habilidades técnicas, na engenharia, na arquitetura, nos cálculos ou em qualquer outra profissão. Mas o indivíduo que possui conhecimentos técnicos, mais facilidade de expor suas ideias e de despertar interesse e entusiasmo entre os homens, por certo tem a seu favor maiores possibilidades de ganho”. Pensando de uma maneira muito romântica, porém racional, acredito ser esse um dos motivos que, hoje em dia, leiam bem e vou escrever de novo e em letras maiúsculas “HOJE EM DIA” sou feliz em minha profissão. Consigo unir atendimento, entusiasmo, gratidão e remuneração em medidas proporcionais que me garantem satisfação e essa felicidade descrita. Dentista pode impactar positivamente seus pacientes, não é um mito.

Semana passada fiz avaliação do irmão mais novo de um paciente ortodôntico. O pai quase não consegue acompanhar as consultas do filho mais velho porque trabalha à noite e é viúvo, mas para iniciar o tratamento do caçula, precisou acompanhá-lo até o consultório. Conversamos um pouco e expliquei o que seria feito. Aproveitando a presença dele, resolvi comentar sobre a evolução do tratamento do mais velho, que mudou muito em pouco tempo. Disse que a escovação tinha melhorado, que ele era um menino muito inteligente e focado, contei algumas histórias que conversamos sobre escola, drogas, amizades e namoros e disse para que ele não se preocupasse porque o garoto estava no caminho certo. Ele ficou me olhando surpreso e disse: “Nossa Dr Eduardo, jamais poderia imaginar que o dentista dele se preocupasse com esse tipo de questões adolescentes!” Não sei se seria preocupação.

Acredito que, como dentistas, desempenhamos um papel muito maior do que a parte técnica da profissão. Tenho convicção que podemos influenciar e que dentista pode impactar positivamente seus pacientes, sim! E ainda trazer questões para discussões que afetam todos nós. Entendo também que a correria do dia a dia faz com que, muitas vezes, não dediquemos tempo suficiente para eles. Sou daqueles que acredita que uma palavra pode mudar todo o dia da pessoa.

Como ortodontista, atendo pacientes adultos que nunca foram sequer orientados como escovar os dentes. Atos simples, gestos de carinho, fazem com que eles vejam um valor muito maior em nosso trabalho do que simplesmente “meu dentista só cuida dos meus dentes”. Procuro influenciar e impactar meus pacientes sempre. Nunca briguei com nenhum por causa de higiene ruim ou porque não estão usando elásticos intermaxilares. Oriento e tento identificar o motivo da falta de cuidado com si mesmo.

As vezes, identifico que é uma questão que passou de pai para filho, pois os próprios pais não tiveram acesso a esse tipo de informação. E a coisa muda de figura, sem estresse. O que eu ganharia dando uma bronca no paciente? A repulsa ou a falta de vontade de continuar um tratamento e isso, certamente, é o que não quero.

Quero que meus pacientes fiquem felizes em me ver no dia da consulta. Quero poder conversar com eles ao encontrá-los na rua e não precisar atravessar para a outra calçada. Acho que nunca paramos para pensar a respeito, mas nós, cirurgiões dentistas funcionamos como um “role-model” ou até como um formador de opinião. Nossas palavras tem um peso muito grande, tais como nossas atitudes.

Como sempre digo e já está virando clichê: cuidemos de nossos pacientes como gostaríamos de ser cuidados. Sejamos influenciadores de correntes positivas . Façamos jus à nossa profissão e vamos deixar realmente nossa marca nos momentos mais felizes de nossos pacientes, não somente no sorriso, mas também em suas ideias e pensamentos. Comece se perguntando se você acredita que um dentista pode impactar pacientes e o que você faz para isso.

 

Dr Eduardo Egas

Dr. Eduardo Egas (CRO 86395) é cirurgião-dentista formado pela UNESP – Araraquara, especialista em Ortodontia pela UNICSUL, pós-graduando em Implantodontia pela USP,  pós-graduando em Estética Orofacial, Membro da Sociedade Brasileira de Toxina Botulínica e Implantes Faciais (SBTI), Residência em Anatomia pelo Marc Institute (Miami – EUA) e diretor clínico da EGAS Odontologia Especializada, localizada no Tatuapé, em São Paulo.

5 mitos da odontologia

imagem 5 mitos da odontologia

Na Odontologia, assim como na vida, uma mentira que é contada muitas vezes, num dado momento, se torna “verdade” pra quem a ouve.
É fato também que algumas dessas “verdades” propagadas tem certo fundamento, e foram apenas aumentadas. Outras tantas não passam de falácias ou crendices que passam de geração em geração e se tornaram verdadeiros MITOS da Odontologia. Escolhi para falar aqui  5 mitos da odontologia.

1. ANTIBIÓTICOS ESTRAGAM OS DENTES
Isso é papo de pai/mãe que quer transferir a responsabilidade da situação caótica da saúde bucal de seus filhos. Crianças precisam de supervisão até que consigam, geralmente por volta dos 7 anos, cuidar sozinhos da escovação e do uso do fio dental e como muitos pais negligenciam isso, mais fácil jogar a culpa no coitado do antibiótico.

2. ANESTÉSICO COM VASO CONSTRITOR FAZ MAL PRA GESTANTES
Vamos estender esse mito a pacientes cardiopatas e hipertensos e esclarecer que, desde que administrados na quantidade correta, em todos esses pacientes o anestésico com vaso constritor pode sim ser utilizado pelo dentista. A quantidade utilizada, além de ser baixíssima, tem ainda o efeito de acalmar o paciente pois, diferente do anestésico sem vaso, seu efeito anestésico (alívio de dor) é bem maior.

3. DENTE É “DE LEITE” NÃO PRECISA DE TRATAMENTO
Esse é outro mito que nos persegue. Mas parte dele é culpa nossa. Precisamos educar nossos pacientes e mostrar pra eles a importância de se tratar a dentição decídua. Alem do componente social (dente estragado vira motivo dê bullying escolar) dente de leite também dói, tem canal, e é importantíssimo pra manter a “vaga” dos dentes permanentes que vão substitui-los.

4. AMÁLGAMA DENTAL É CANCERÍGENO
Essa é uma das mentiras que se tornaram verdades que mais me incomoda. Não saberia dizer se foram as empresas que produzem resinas que criaram essa “teoria da conspiração” contra essa restauração mas o fato é que, mesmo em tempos dessa busca desenfreada pela estética a amálgama (sim, é feminino) tem seu valor e suas indicações. O mercúrio utilizado em restaurações é sim uma substância tóxica, mas apenas se absorvido pelo organismo em grandes quantidades, o que não acontece devido a seu uso reduzido nas atuais ligas à venda no mercado.

5. O SISO ESTÁ EMPURRANDO E ENTORTANDO MEUS DENTES
Não amigos. Isso não acontece. Trata-se de mais um mito que se popularizou. O que levou a isso, penso eu, foi a coincidência entre a época em que a maioria deles, sisos, erupciona e um fenômeno ósseo chamado “crescimento terminal da mandíbula”, que nada mais é que um surto de crescimento endocondral e atemporal do grupo de ossos longos, do qual a mandíbula faz parte. Nascem os sisos quase na mesma época em que a mandíbula “cresce” e, devido a isso, se apinham os incisivos inferiores. Daí 2 fenômenos distintos, de repente, se tornam um só. Só que não. A prova disso é que o apinhamento acontece em indivíduos que não tiveram o 3º molar ou que os extraíram precocemente.

É óbvio que existem mais que ” 5 mitos da Odontologia”. Alguns tomaram proporções inimagináveis depois de criados por dentistas brincalhões como aquele papos de que o sêmen humano ajuda no clareamento dental.

Outros tantos foram criados por pacientes, como por exemplo, o de que dentistas são todos ricos e sendo assim, os pacientes podem priorizar pagar pela roupa de marca ou pela academia mais cara. Mas não acreditem. Venham nos ver. Valorizem o que realmente tem importância na vida. Sua saúde bucal não tem preço. Se atualizar é preciso também para esclarecer mais do que 5 mitos da odontologia como esses.

Se você é dentista, todo cuidado é pouco. Cheque antes a veracidade de certas informações e não propague mentiras. Caso contrário um mito desses ainda vai te fazer pagar mico daqueles. 😜

Fabricio mendes do vida de dentista

 

Fabrício Figueiredo Mendes
Mineiro, atleticano, professor de Ortodontia no Instituto Marcelo Pedreira (Alfenas-MG), editor do site Vida de Dentista e fundador da Rede ORTHOclínicas.

Preciso me atualizar na Odontologia?

Preciso me atualizar em odontologia?

Preciso me atualizar na Odontologia?

A palavra ‘atualização’ nos acompanha quase que diariamente. Tem que atualizar o sistema operacional do celular, do tablet, da televisão, do aparelho da TV por assinatura. Um carro fabricado no início deste ano já está desatualizado em relação ao modelo 2018. Imagine então passar uma carreira inteira sem buscar o novo? Imagine se eu praticasse a mesma odontologia que aprendi em 2001? Para mim, isso é impossível de pensar, cheguei até a comentar um pouco a respeito no post anterior sobre especialização.

Depois de algum tempo de formado e com a velocidade que a tecnologia e a informação mudam é quase impossível sobreviver não só na Odontologia, como em qualquer outra carreira, sem estar atento às novidades.

Em nosso país estão as melhores universidades do mundo e os melhores pesquisadores que, quase sem recursos, sejam eles financeiros ou físicos, são capazes de desenvolver trabalhos científicos e técnicas novas com uma velocidade nunca antes vista. Como fazer com que essa informação saia da universidade e chegue em nossos consultórios? Temos que ir em busca dela,  frequentar congressos, palestras ou até mesmo cursos online.

Depois de cursar minha especialização, fiz cursos de atualização na área de Ortodontia (que representa cerca de 80% dos pacientes de meu consultório) e na área “promissora” da Harmonização Orofacial. Coloco a palavra ‘promissora’ entre aspas porque é exatamente como nos vendem os cursos. Como o “futuro da odontologia”, como “a galinha dos ovos de ouro”. “Faça um curso de toxina botulínica de 24 horas e fique rico da noite pro dia”.

Só que a coisa não funciona bem assim…

Depois de participar de diversos cursos de Harmonização Orofacial, inclusive nos Estados Unidos, pude perceber que, por mais que você não tenha achado que o curso que fez foi bom, todo aprendizado é válido. Eu, por exemplo, pude concluir que aprendi muito mais em alguns cursos não tão conhecidos e com pequena carga horária do que em outros realizados com professores famosos em muitos dias.  Aprendo e troco experiências com colegas em grupos de Whatsapp, no Youtube ou navegando no Instagram.  O que importa é a qualidade da informação e não a quantidade dela.

A partir disso, consigo me tornar crítico para desenvolver em meu consultório, as técnicas que mais acredito e capaz de questionar ao invés de apenas receber passivamente as informações.

Tenho observado que provavelmente não exista outra carreira como a nossa, onde os profissionais se atualizam tanto.  Dentista gosta de estudar. Concordo também que existe uma enorme oferta de cursos por aí e que a área da saúde, diferente de outras, necessita de aprimoramento e estudo constante. Quanto mais se estuda, mais é preciso estudar. E tanto estudo reverte exponencialmente no número de pacientes. Quanto mais se sabe, mais pacientes você tem.

Para escrever esse texto, conversei com alguns colegas e perguntei quantos deles haviam feito algum curso, com qualquer carga horária, no último ano. A resposta foi: todos fizeram. Todos frequentaram alguma palestra, congresso ou curso online. Isso é incrível e mostra o quanto somos bons e interessados em atualização.

O Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, promovido pela APCD (Associação Paulista dos Cirurgiões-Dentistas), por exemplo, é realizado anualmente e conta com novidades a cada edição. Todos os anos, somos capazes de vivenciar a modernidade,  o que mudou, o que está em uso e em desuso. Em 365 dias, muita coisa muda. Vale a pena se interessar pelo novo.

Depois do Google, o acesso e a demanda por informação cresceu. Nossos pacientes chegam nos consultórios achando que sabem mais do que nós mesmos. Tenho alguns que me mandam informações que coletam na internet sobre as possibilidades de seus tratamentos. Muitos colegas achariam ruim isso. Eu adoro! Gosto de que os pacientes participem ativamente do processo, pois o sucesso dos tratamentos são, em parte, de responsabilidade deles. E, no fim das contas, os pacientes gostam ainda mais porque sabem que procuro estar sempre antenado com as novidades.

Então, Preciso me atualizar na Odontologia? Sim! é preciso se atualizar na Odontologia como em qualquer outra área profissional e repito: não apenas por nós. Nossos pacientes merecem que estejamos sempre atentos ao que existe de mais moderno em nossa prática diária. Escolhemos cuidar de pessoas e temos a obrigação de oferecer nosso melhor sempre. E se não formos capazes disso, outros certamente serão.

 

Dr Eduardo Egas - preciso me atualizar em odontologia

 

Dr. Eduardo Egas (CRO 86395) é cirurgião-dentista formado pela UNESP – Araraquara, especialista em Ortodontia pela UNICSUL, pós-graduando em Implantodontia pela USP,  pós-graduando em Estética Orofacial, Membro da Sociedade Brasileira de Toxina Botulínica e Implantes Faciais (SBTI), Residência em Anatomia pelo Marc Institute (Miami – EUA) e diretor clínico da EGAS Odontologia Especializada, localizada no Tatuapé, em São Paulo.

Especialização em odontologia, preciso escolher uma?

preciso escolher especialização em odontologia

Preciso escolher uma especialização em odontologia?

Dia desses estava conversando com uma amiga, também dentista, adivinhem sobre o que? Odontologia, claro! Já viu dois dentistas falarem sobre outra coisa?

Falávamos da profissão, do tanto que investimos desde a graduação com materiais, congressos, cursos de atualização e especialização para não termos o verdadeiro reconhecimento ou “valor”. Frases como “é só para dar uma olhadinha!”, “nossa, mas cobra o orçamento?” ou “vou ter que pagar para cimentar esse provisório?” já nos cansaram após quase 13 anos de formados.

Me formei em 2004. Segundo o ranking da CWUR, a UNESP – Universidade Estadual Paulista ficou em quarto lugar entre as melhores faculdades de Odontologia do mundo. Tive o privilégio de estudar lá e sair com uma formação que me permitiu devolver milhares de sorrisos por aí.

Pouquíssimo tempo depois, montei meu consultório. Bairro simples e gente bastante humilde. Consultório lindo, tudo do melhor, afinal, eu tinha acabado de me tornar aquilo que queria ser a vida toda: dentista. E o consultório deu super certo, correto? Errado. Menos de um ano depois, vendi.

Culpei muita gente por isso ter acontecido, porque não tinha maturidade suficiente para entender que era tudo culpa minha. Eu não tinha paciência para esperar que o consultório prosperasse e florescesse. Queria que tudo acontecesse logo, que a agenda enchesse logo e, mais ainda, que o dinheiro chegasse logo.

Fui trabalhar em outras clínicas. Boas, ruins, médias. Eu era clínico-geral, disponível, com uma vontade imensa de sair trabalhando. De segunda à sábado, das 8:00 às 20:00. Como eu conseguia? Não sei, mas hoje consigo ver que isso contribuiu para o profissional que sou. Só que ser clínico-geral não me agradava. Olhava para os consultórios dos especialistas em ortodontia, em endodontia ou para o super implantodontista que vinha uma vez na semana e ganhava cinco vezes o que eu ganhava no mês e pensava: preciso mudar. Isso foi em 2007, aproximadamente.

Aí vieram as perguntas: Preciso escolher especialização em odontologia? Como vou conseguir fazer uma especialização? Com o que ganho, ajudo em casa, inventei de comprar um carro financiado, quase não me sobra nada!

Apesar de fazer cirurgia muito bem e com agilidade, contrariei todos e resolvi que ia fazer Ortodontia. Eu achava que a Ortodontia me daria alguma segurança em saber quanto poderia ganhar no fim do mês (ledo engano), que trabalharia em um ambiente sem dor, sem sangue, só alinhando dentes feios e deixando tudo lindo. Novamente estava errado, apesar de ser bem menos sangrento e dolorido, a ortodontia também tinha seus braquetes quebrados devido a pães de forma, seus resíduos alimentares porque “não deu tempo, doutor” e outras coisinhas mais…

Escolhi um curso que parecia ser excelente. Coloquei na minha cabeça que aquilo iria mudar a minha vida. Que eu iria trabalhar menos, ganhar mais, ter um título. Parte disso aconteceu, menos a parte do trabalhar menos.

Atravessei a cidade durante muitos anos, cheguei a trabalhar em oito consultórios diferentes. A vida sorria para mim, eu sorria para a vida, meus pacientes sorriam de volta. Acomodei. Estagnei. Fiquei assim por longos anos.

Em setembro de 2016, resolvi montar meu consultório novamente. Precisava mudar de vida. Mas em meio à crise, doutor? Sim, peguei todas as minhas economias e montei. Só que outro desafio veio junto: como vou levar um consultório somente com Ortodontia?

Tive a necessidade de realizar outros procedimentos e precisei me atualizar no que estava acontecendo na Odontologia. Comecei a me matricular em cursos, um atrás do outro: dentística, prótese, implante, harmonização orofacial! Como tanta coisa podia ter acontecido em tão pouco tempo? Sabia tanto de ortodontia, mas nem imaginava o que era uma resina nanohíbrida! Como oferecer o melhor em tratamentos e tecnologia para meus pacientes sem estudar e buscar informação?

As duvidas surgiam a cada “novo” procedimento e o que eu fazia? Ligava para minha amiga.  Uma das melhores dentistas que já vi na vida. Se não for a melhor. Conquistou tudo sozinha, não teve ajuda de ninguém. E não é especialista. Faz clínica-geral de uma maneira séria e perfeita. Utiliza materiais de ponta e trabalha com os melhores profissionais, sendo eles protéticos ou assistentes.  Entende como ninguém sobre a odontologia integral, geral, focada no indivíduo e não em partes dele.

Diferente de mim, ela optou por não se especializar. Faz tudo, e muito bem. Gosto de frisar isso porque com ela aprendi que é possível ser um dentista generalista com excelência. Se ela pensa em se especializar? Começou a pensar nesse assunto esse ano, mesmo sabendo que nunca conseguirá fazer apenas uma especialidade, porque gosta e entende de tudo (ou quase tudo).

Então, para responder a pergunta que dá título a essas linhas: Preciso escolher especialização em odontologia? tenho que ponderar e pensar bastante. Responder da maneira mais óbvia como quase tudo na vida: depende!

Acredito que o bem mais precioso para nós, dentistas, são os nossos pacientes. Sem eles, não conseguimos nada. Não colocamos comida na mesa, não planejamos nossa viagem de férias, não iríamos ao cinema. Sem os pacientes, o consultório é só um consultório. Então, precisamos entender que essas pessoas que colocam sua própria saúde em nossas mãos merecem ser atendidas da melhor maneira possível e, sendo assim, temos que estar sempre preparados.

Isso não significa essencialmente cursar uma especialização em odontologia, mas sim estudar. Frequentar congressos, simpósios, cursos livres presenciais ou pela internet. Significa também comprar materiais e equipamentos de alta qualidade, oferecer o melhor. Ter excelência em tudo o que faz.

Se eu pudesse dizer apenas uma coisa que ajudasse alguém que está procurando uma resposta para Preciso escolher uma especialização em odontologia? seria: não escolha uma especialização, escolha ser feliz e se isso incluir um curso desse nível, pode ter certeza que será sucesso.

Dr Eduardo Egas
Dr. Eduardo Egas (CRO 86395) é cirurgião-dentista formado pela UNESP – Araraquara, especialista em Ortodontia pela UNICSUL, pós-graduando em Implantodontia pela USP,  pós-graduando em Estética Orofacial, Membro da Sociedade Brasileira de Toxina Botulínica e Implantes Faciais (SBTI), Residência em Anatomia pelo Marc Institute (Miami – EUA) e diretor clínico da EGAS Odontologia Especializada, localizada no Tatuapé, em São Paulo.

Kit acadêmico, sistema intra ou doriot ? Qual a diferença

Kit acadêmico com sistema intra ou doriot

Kit acadêmico com sistema intra ou doriot?

Uma das perguntas mais frequentes no momento da compra de um kit acadêmico é: Qual a diferença do kit acadêmico com sistema intra ou doriot?

O sistema doriot (lê-se doriô) é um sistema mais antigo, geralmente mais barato mas muito utilizado ainda. Muitos profissionais optam por não mudar o sistema pois já se habituaram a ele. No sistema doriot, o contra ângulo tem encaixe com o micro motor e ja possui a peça reta acoplada, o kit doriot acompanha três peças de mão, uma caneta de alta rotação, um micro motor que tem a função também da peça reta e um contra ângulo.

O sistema Intra é muito mais novo, tem a peça reta como uma peça separada no kit dando a opção do encaixe do micro motor com o contra ângulo e a peça reta. O sistema Intra exige que todas as peças de mão sejam compatíveis, é preciso avaliar isso no momento da compra para conseguir utilizar o material que já se tem no consultório com o novo. Com o sistema intra é possível utilizar diferentes marcas sem atrapalhar seu desempenho. O kit com sistema intra acompanha quatro peças de mão caneta de alta rotação, micro motor, contra ângulo e peça reta separadamente.

Isso significa que você utilizando um sistema intra poderá utilizar uma peça reta de uma marca, com o micro motor de outra marca sem comprometer seu funcionamento. vamos supor, que seu micro motor dê algum problema e você precise repor, você poderá pesquisar no mercado outras marcas que lhe atendam no momento da sua necessidade mesmo que não seja da mesma marca do seu kit acadêmico.

O mais importante é no momento da compra você se certificar de qual é o sistema do seu kit para que o consultor de vendas possa orientar e direcionar o produto correto.

Outra coisa importante para a utilização do seu kit é que seja ele intra ou doriot a lubrificação deverá ser realizada todos os dias, sim, todos os dias.
Como eu sei qual sistema eu tenho?

Uma maneira de identificar qual é o seus sistema é verificando se no micro motor é possível encaixar a broca PM, se for possível o sistema dele é doriot e já tem a peça reta acoplada no micro motor.

Eu posso comprar marcas diferentes para usar no sistema Intra?

Sim, você pode utilizar qual marca quiser sem comprometer o equipamento. Nesse texto falamos um pouco também de qual kit acadêmico comprar.

Faz diferença se ele é Push button ou Saca broca?

Não. nenhuma.

Boa Sorte
Se tiver dúvidas procure por nós.

Escrito por Nadia Caliari

Me formei Dentista. E agora?

me formei e agora?

Quem dentre vós nunca vivenciou essa dúvida cruel, Me formei dentista e agora ? que atire o primeiro fórceps.

Na verdade, acredito que todos nós dentistas, alguns em maior, outros em menor escala,

já se depararam com uma certa sensação de “abandono”. É aterrorizante perceber que nossos professores, que estavam ali, ao alcance de um grito para nos ajudar com aquela lima fraturada ou com aquela moldagem que teimava em formar bolha no término do preparo, diferente do Chapolin Colorado, não mais poderão nos defender.

O que a gente não enxerga nessa época – e eu também não enxerguei – é que não ter mais essa retaguarda experiente, apesar de não parecer, pode ser muito bom. O pássaro é literalmente empurrado pela mãe, ninho abaixo, para que desenvolva sua habilidade de voar. Precisamos aprender o quanto antes a agir por nós mesmos. Necessitamos engrossar o couro. Formar casca.

Grosso modo eu costumo falar nas minhas aulas, ou quando sou convidado a palestrar sobre isso, que quem se forma tem pela frente uma encruzilhada onde 3 “Ps” se apresentam como opções de caminho a seguir.

O primeiro “P” da vida da maioria será a PORCENTAGEM. Assim como naquela propaganda de creme dental, 9 em cada 10 dentistas começam sua carreira trabalhando para terceiros, e ganhando comissão sobre a sua produção ou sobre a produção da clínica onde atuam. É uma opção interessante por colocar o jovem dentista à prova, executando talvez numa semana mais procedimentos que executou durante toda a graduação (meu caso) e por ser a única alternativa para aqueles que não tem condições de montar seu negócio próprio (meu caso de novo). Se dê essa oportunidade, mas saia o mais rápido possível, pois em muitos desses locais de trabalho (não vamos generalizar, ok?) vocês ganham sim a famosa “mão”, mas em compensação desaprendem várias noções de biossegurança e principalmente, de humanidade.

O segundo “P” a que me refiro, e que na minha estatística mostra-se a segunda opção da maioria dos recém-formados é o PÚBLICO. Alguns colegas se formam com a cabeça totalmente voltada continuar estudando para passar em algum concurso. Ser funcionário público e ter “estabilidade” é algo que agrada a alguns, mas confesso, nunca me seduziu. Cheguei a prestar um concurso público certa vez, lá pelos anos 2000, em meio ao desespero para pagar as contas e a falta de maturidade, mas graças a Deus não passei e isso me permitiu conhecer o terceiro “P”.

O terceiro “P”, e o que acho mais interessante, apesar de reconhecer que não é para todos, é o PRIVADO. Ter um consultório ou clínica própria é sem dúvida para mim a opção mais interessante de todas. Não é pra todos pois demanda investimento, mas mais que isso, demanda uma capacidade gerencial que a extrema minoria de nós tem, afinal, não fomos preparados pelas faculdades pra ser patrões, mas sim, pra ser empregados. A mentalidade da maioria dos dentistas que entra no mercado é extremamente fechada e via de regra, para se tornar patrão ou você perde grana – e tempo – quebrando a cara em investidas inúteis, ou se associa a alguém mais experiente com você e que possa diminuir a sua curva de aprendizado.

Sei que não é um momento fácil, mas está longe de ser algo que deva os intimidar. Vocês são jovens e o mundo que está se abrindo é imenso e repleto de oportunidades. Não compre o discurso pessimista de crise e de saturação do mercado (que é uma situação real) e apenas se lembre que o responsável pelo seu futuro é você.

Se capacite. Estude. Tenha coragem. Se junte a pessoas boas. Seja honesto. Pense grande.

Henry Ford já disse uma vez:

“Se você pensa que pode ou se você pensa que não pode, de qualquer forma, você tem toda a razão”

Essa vida de dentista não é fácil e só os fortes sobrevivem. Espero sinceramente que você seja um desses.

 

 


Fabrício Figueiredo Mendes

Mineiro, atleticano, professor de Ortodontia no Instituto Marcelo Pedreira (Alfenas-MG), editor do site Vida de Dentista e fundador da Rede ORTHOclínicas.

 

 

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O Odonto Planner vai mudar a sua rotina, facilitar a sua vida e o melhor é que ele é completamente gratuito.

Você sabe o que é um planner? um planner é uma especie de agenda, bloco de anotações que você pode e deve utilizar para facilitar a sua vida. Existem muito formatos com diversos designs para você escolher e esse foi desenvolvido especialmente para estudantes de odontologia. Você pode colocar compromissos pessoais e acadêmicos.

Que a vida de acadêmico não é fácil, exige muita dedicação e organização nós sabemos e foi pensando nisso que desenvolvemos um Odonto Planner personalizado aos acadêmicos que precisam se organizar melhor. Não é que sua vida esteja uma bagunça, mas a gente quer dar uma ajudinha.

Agora fica muito mais fácil você organizar todos os insights que teve em sala de aula, encontrar a recomendação do livro que o professor indicou e você não se lembra nunca onde anota. Se planejar com os capítulos que cairão na prova, você poderá também colocar seus compromissos semanais. Além de todas as vantagens ele tem um design super moderno e atualizado.

O que a gente quer, é ajudar o estudante. É muito importante no meio da correria saber onde tudo foi anotadinho. O que você pode fazer também é ter mais de um Odonto Planner, por matéria, por semestre, da forma que facilitar ainda mais a sua vida.

Com campos para anotações, calendário, recomendação de livros e planejamento! Tudo o que você procurava, não é verdade?

Então vai lá no link, aproveita e avisa todo mundo que você pode baixa-lo, imprimir e já começar a utilizar =) porque é totalmente GRATUITO! Não precisa gastar nadinha com isso é só começar a usar.

https://goo.gl/F7GFBB 

Quer mais dicas de como se organizar em sua profissão? A gente te ajuda .

Compartilhe com seus amigos #odontoplanner .

10 dicas de como avaliar o melhor lugar para fazer sua compra online

Comprar online esta cada vez mais fácil e próximo da realidade de todos os profissionais. Com certeza você ou alguém que você conhece ja fizeram compras pela internet. Alguns produtos como roupas, causam um pouco de resistência no inicio mas o beneficio é maior do que a mudança.

Em primeiro lugar, você precisa confiar na empresa onde pretende fazer a compra.
Separamos em alguns passos as etapas a serem realizadas.

  1. Pesquise sobre a empresa
    Procure na internet comentários sobre a compra de outras pessoas, veja se alguns de seus colegas já compraram lá. É muito comum ter comentários sobre as compras na página do facebook da empresa, comentários nos posts de instagram e reclame aqui.
  2. Compare os preços
    O diferencial de preço tem sido em tempos de crise o divisor de águas de uma empresa para sua concorrente, mas lembre-se você também precisa de qualidade e referencia.
    O preço aliado a história da empresa, diz muito sobre a própria empresa, repassar descontos e aproveitar oportunidades são características de poucas empresas que não visam somente o lucro.
  3. Analise prazo de entrega
    Muitas empresas trabalham o estoque do fornecedor, por isso se você precisa de rapidez, melhor escolher uma empresa que tenha o seu produto a pronta entrega. Converse com um consultor da empresa e entenda os prazos.
  4. Verifique o atendimento
    Somente vender pela internet pode não te deixar seguro no momento da compra. Procure na pagina da empresa um telefone de contato fixo, contato de watsapp ou chat. Assim você saberá que a empresa tem uma equipe para te atender e tirar suas dúvidas.
  5. Procure pelo CNPJ
    Uma empresa séria poderá disponibilizar o número de seu cnpj caso você queira consultar. É preciso ter um CNPJ para emissão de nota fiscal de venda.
  6. Veja qual é o selo de segurança
    Para uma venda online você poderá verificar qual o selo de segurança que a empresa utilizada, geralmente ficam no rodapé do site.
  7. Fanpage
    Acesse a fanpage da empresa e verifique as postagens e comentários, pode ser comum ter algum tipo de reclamação, o que não pode ter de jeito nenhum é uma reclamação sem ser respondida. Você pode verificar informações sobre produto na fanpage, o que pode agregar ainda mais na sua compra.
  8. Ligue para a empresa
    Pergunte sobre a empresa, há quanto tempo existe, quais garantias você tem. Em contato com um funcionário peça informações de produtos, pergunte sobre o estoque. Se você for bem atendido já ficará muito mais seguro.
  9. Troca e devolução
    Procure saber como funcionam as regras para troca e devoluções, se condizem com o que a lei determina. Entenda quais opções você terá se finalizar a sua compra.
  10. Fornecedores
    Pesquise no site com quais marcas de fornecedores a empresa trabalha, se preciso, entre em contato com alguns deles para saber sobre a revenda. Ter fornecedores com nome no mercado e também com bom atendimento pode te deixar mais seguro.

O importante é você conhecer sobre a empresa e se sentir seguro. Uma empresa grande pode não ser sinônimo de confiança uma vez que pode não atender bem seus clientes. Procure uma empresa que ofereça qualidade, atendimento e segurança em uma só compra.

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